terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Eu sou o mesmo como era no seu coração

"You are not me
Arlandria, Arlandria
You and what army?
Arlandria, Arlandria
Oh God you gotta make it stop!"

Foo Fighters - Arlandria

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Reflexão de quem desaprendeu a sonhar

E eu, que sempre ficava com imagens de um futuro perfeito pairando na cabeça, hoje não sei mais se deveria tentar torná-lo real. Não sei como tornar, na verdade.
Eu, que sempre fui a sonhadora e achei que sonhar fosse o melhor remédio, a melhor proposta, o melhor passatempo. Ora, agora talvez sonhar seja apenas algo para fazer nas horas vagas. E de forma comedida, para eu não achar que um dia vai virar realidade.
A vida real é dura demais. O mundo lá fora é chato demais e cruel demais. A minha própria mente é... banal demais. É um nada.
E como eu deveria seguir um sonho se eu não consigo nem construí-lo direito? Enquanto à minha volta todos, até aqueles dos quais você duvidaria, estão conseguindo completar o meu sonho, mesmo sem ser o sonho deles. Por que eu deveria prosseguir sonhando, então?

Eu só queria um pouco dessa magia para eu voltar a sonhar de novo.

sábado, 28 de janeiro de 2012

E eu te dei o meu melhor

"So the next time you find
You wanna leave her bed for mine
Why don't you stay?
I'm up off my knees
I'm so tired of being lonely
You cant give me what I need
When she begs you not to go
There is one thing you should know
I don't have to live this way
Baby, why dont you stay?"

Sugarland - Stay

sábado, 31 de dezembro de 2011

Retrocedendo por 2011

Embora algumas das minhas amigas tenham tido os melhores momentos de suas vidas em 2011, eu não considerei este ano a melhor coisa do mundo, embora também não tenha sido tão ruim. Foi melhor que o ano passado, que eu não conseguia me lembrar de muitas coisas legais, e, na verdade, em 2011 algumas coisas bem fantásticas aconteceram.
Apesar do meu fim de ano estar sendo aquela coisa caseira de sempre, espero que 2012 seja exatamente como eu espero!

O que rolou de bom em 2011?

Fiz uma das melhores viagens da minha vida com as minhas amigas; assisti meu primeiro jogo de vôlei ao vivo (!!); fui num bloco de Carnaval sem ter uma experiência traumatizante (vitória, Brasil!); viajei com uma das minhas melhores amigas pra um lugar pouco extravagante, mas que com ela valeu muito mais à pena ; fui no melhor show da minha vida (Paramore = amor); assisti a peça e conheci os lindos de "Garotos"; vi minha madrinha fofa realizar o sonho dela e se casar; participei do MIRIN e conheci pessoas sensacionais; fui no segundo melhor show da minha vida (McFly continua sendo meu amor maior); vi Harry Potter chegar ao seu doloroso fim (e chorei com a morte da Tonks); fui pra Costa do Sauípe de novo depois de 8 anos; fiquei bem amiga de pessoas MA-RA-VI-LHO-SAS que mudaram meu ano e minha vida; reencontrei o meu amor mais amado de Sampa; fiz o ENEM (vamos fingir que isso é uma coisa boa e não mais cansativa pra caramba); comi um fondue muito bom no MEU aniversário; assisti a peça que marcou meu primeiro ano de aula de teatro e faz parte da minha infância (Aurora da Minha Vida); fui numa das festas mais conturbadas e incríveis de todas; saí com meus amigos dezenasdemilharesdevezes; vi outra das minhas melhores amigas se formar; completei minha coleção de CDs da minha cantora favorita (linda Carrie Underwood); comi o melhor bolinho de chuva da minha existência... Vivi.

E, com toda a certeza, eu vi um ano que passou mega rápido.
Não que eu esteja reclamando ou agradecendo, só um comentário mesmo.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

É, eu continuo uma romântica incorrigível

Eles dizem que o amor verdadeiro não existe. Aquela coisa toda de contos de fadas é irreal, tudo isso é inventado.

Então, se foram os poetas que criaram o amor, alguém deveria agradecê-los.
Se foram os romancistas, alguém deveria idolatrá-los.
Se foram os céticos, alguém deveria fazê-los acreditar nele.

Não, o amor nunca foi uma coisa inventada. Até aqueles que nunca sentiram o amor o sabem. Nunca foi algo criado para nós termos alguma espécie de esperança ou objetivo na vida.
O amor simplesmente... acontece.

E aconteceu. Várias vezes. De diversas maneiras. Em vários lugares.
E foi diferente de tudo. Pra todo mundo que já sentiu ou não. Porque era totalmente diferente se fingido e totalmente único se concebido a uma pessoa.

E pra quem não acredita no amor, o que dizer pra eles? Você não acredita?
Bem, simplesmente diga que o amor existe. Mas é uma daquelas coisas impossíveis de serem descritas. E difíceis de se ter a sorte de conseguir.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Há algo para ser dito?

"And i'm not sorry that it's over
But for the way we let it end
So I said all I had to say
(...)
And you should know, please believe me
I've picked up the phone a thousand times
And tried to dial your number, but it's been so long
It's never easy, it's like tryin' to spin the world the other way"

Carrie Underwood feat Sons of Sylvia - What Can I Say?

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Quando eu era/sou criança

Acho que o tempo anda passando muito rápido desde a minha primeira lembrança de ser criança.

Eles pedem pra gente ser criança, pra aproveitar, pra viver a vida e os "melhores anos de nossas vidas".
Mas, ao mesmo tempo, eles pedem para deixarmos de ser crianças, para amadurecermos, pensarmos no futuro, crescermos.
Queria que não fosse tão confuso e queria também ter ouvido mais os primeiros conselhos. Na verdade, simplesmente queria ficar na fase criança-adolescente pra sempre. Sem grandes responsabilidades e medos que nossos pais podiam calar. Se preocupando mais com nossos problemas internos e nossas brincadeiras no mundo do que com qualquer outra coisa.

Acho que a infância passou rápido demais.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ninguém sente o que eu sinto

"He ain't feeling anything
My love, my hurt, or the sting of this rain
I'm living in a hurricane
All he can say is man ain't it such a nice day"

Miranda Lambert - Dead Flowers

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O meu problema?

Acho que eu fico apavorada com uma página em branco.

É assim que vou começar o post, sem comentar porque sumi durante meses ou contar uma historinha toda antes ou dizer "coé, galera". Simplesmente jogar a realidade e o assunto desta postagem me pareceu mais sincero. Não é?
Meu sonho, desde que eu abandonei a ideia absurda de ser veterinária, após descobrir que nunca seria capaz de cuidar de um animal sofrendo, "sempre" foi ser escritora. E esse "sempre" vem com aspas porque eu não sei quando foi esse tal dia, mas sei que me parece ter sido há séculos atrás, nos primórdios da vida, mesmo essa ideia de ser médica de, sei lá, cavalos, tenha reinado na minha cabeça durante grande parte da infância.
Há alguns dias (que se transformaram em semanas, que se transformaram em meses), venho percebendo, no entanto, a minha verdadeira falta de inspiração em frente a uma página em branco e com uma história inteira ainda pra criar.

Talvez eu tenha medo. Não sei se exatamente de não atingir as expectativas dos outros ou as minhas próprias. Ou seria de finalmente perceber que eu NÃO SIRVO PRA ESSA BUDEGA E ESTOU ME APOIANDO EM UM SONHO SEM FUTURO? Medo de que eu só sirva pra escrever redações legaizinhas, segundo o conceito de professores de português apressados de colégio. Medo de que eu sirva, maybe, pra ser jornalista, mas não pra escritora. Medo da minha criatividade ser medíocre (como eu acredito que ela seja). Ou, quem sabe, eu apenas tenha medo de não saber o que escrever.

Provavelmente deve existir um nome pra essa fobia.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O que podia ter sido

"The scars of your love remind me of us
They keep me thinking that we almost had it all
The scars of your love, they leave me breathless
I can't help feeling

We could have had it all"

Adele - Rolling In The Deep